


| Inicial |
| Empresa |
| Produtos |
| Fotos |
| Dicas |
| Pimenta |
| Curiosidades |
| História |
| Saúde |
| Receitas |
| Localidade |
| Fale Conosco |
Lágrimas, suor e o desejo por um copo d'água o mais gelado possível. O aparente sofrimento, na verdade, é o que dá prazer e graça ao sublime momento em que se come um prato preparado com pimentas. Mas é só para incrementar o tempero que ela serve? “A pimenta tem outras características muito importantes e desconhecidas da maioria das pessoas”, afirma Alexandre Merheb, médico nutrólogo especializado em esportes. Ela é antioxidante, bactericida, pode proteger o sistema digestivo, combater tensões musculares e ajudar o tratamento de reumatismos articulares. Ou seja, um ótimo alimento para o cardápio do esportista.
Antioxidante
O organismo produz radicais livres - substâncias tóxicas formadas
a partir do oxigênio, que reagem aleatoriamente com todos os componentes
celulares. Nessa reação, destroem células estranhas,
o que é importante para proteger o corpo. Mas, quando estão
em excesso, atacam também as células sadias. O exercício
físico muito intenso provoca uma produção maior de radicais
livres. Nesse caso, os antioxidantes - como as vitaminas A e E, o betacaroteno
e os flavonóides - são fundamentais para neutralizar os radicais
livres antes que eles matem células sadias. Aí entram as pimentas
como a dedo-de-moça, que fornece vitaminas A, E e betacarotenos. “A
pimenta é um alimento funcional, portanto seus benefícios devem
ser encarados em longo prazo. O ideal é utilizá-la no dia-a-dia”,
explica Marília Fernandes, nutricionista da Total Salute Nutrição
& Estilo de Vida, especialista em Nutrição Esportiva pela
Unifesp.
Bactericida
Quando o sistema de refrigeração não existia, o ser humano
conservava os alimentos de diversas maneiras e uma delas era colocando pimentas
nas carnes, por exemplo. “Elas possuem propriedades bactericidas, ou
seja, eliminam vários tipos de bactérias que estragariam o alimento”,
afirma Susana Gasparri, farmacêutica especializada em fitoterapia do
Laboratório Bionatus. Depois que congeladores e geladeiras foram inventados,
esse uso das pimentas foi deixado de lado, mas elas cumprem exatamente o mesmo
papel no auxílio do sistema imunológico do ser humano. “A
pimenta fortalece o organismo porque elimina bactérias que poderiam
trazer malefícios principalmente ao sistema digestivo”, diz a
farmacêutica.
Estômago e intestino
Esse é um tema delicado quando se trata de pimentas. Por um lado, ela
representa um perigo para quem tem gastrite ou hemorróidas e, dependendo
da freqüência e quantidade em que é ingerida, pode provocar
uma úlcera gástrica. “Ela aumenta a secreção
de saliva, bile e dos ácidos estomacais”, afirma o nutrólogo
Alexandre Merheb. Por isso, pode ser uma agressão ao estômago
ou ao intestino sensível. Por outro lado, essa quantidade extra de
secreção ajuda a digestão em pessoas sem problemas estomacais.
Claro que o exagero pode ser prejudicial para os dois casos.
Por precaução, pessoas que não estão acostumadas
com alimentos picantes não devem consumi-los na véspera de uma
prova. “Caso algum corredor introduza a pimenta pela primeira vez em
seu cardápio pré-prova, ele pode sofrer algum problema gástrico
durante a corrida”, alerta Marília Fernandes. “A alimentação
pré-treino e pré-corrida deve permanecer à base de carboidratos”,
completa.
A pimenta não desidrata o corpo, como pode parecer, mas também
não é uma fonte de energia para a corrida. Por isso, o consumo
antes da prova nem ajuda nem atrapalha sua performance. Só atrapalha,
claro, caso provoque um mal estar no estômago.
Medicamento natural
As propriedades medicinais de algumas substâncias da pimenta já
foram comprovadas, o que lhe deu também a classificação
de alimento funcional. Inclusive, serve de matéria-prima para remédios
e emplastros - aqueles adesivos que aliviam dores musculares ou de reumatismo.
“Os remédios são usados no tratamento de desordens gastrointestinais,
enjôos e na prevenção de arteriosclerose, derrame e doenças
cardíacas”, afirma Susana. Ela alerta, porém, para o perigo
de se automedicar: Í “altas doses da droga ou do fruto, se administradas
por longos períodos, podem causar gastrite crônica, danos renais,
danos hepáticos e efeitos neurotóxicos”.
Pimenta é saúde
Quando se fala em pimenta, é
preciso desmistificar os malefícios que ela pode provocar à
saúde e ressaltar os benefícios que ela efetivamente promove.
Principalmente as Capsicum, que possuem a capsaicina, que, além de
ser a responsável pela picância das pimentas, é uma substância
que auxilia a digestão, estimula o movimento do colo intestinal e a
secreção salivar. Claro que o abuso para qualquer um ou o uso
para quem já tem problemas como úlcera, gastrite ou hemorróidas,
não é recomendável, mas, usadas com moderação,
elas só fazem bem e têm um grande valor nutricional e poder curativo,
sendo poderosa fonte de vitaminas A, C e B, além de magnésio,
ferro e aminoácidos. Pesquisas indicam que as pimentas são excelentes
para combater as cefaléias e as dores de dente, aumentam a taxa metabólica
e até queimam calorias.
A capsaicina, fitoquímico que confere o gosto picante à pimenta
vermelha, é o principal responsável pelas propriedades funcionais
da nossa querida vermelhinha.
Dentre essas propriedades destacam-se:
Dissolução de coágulos sanguíneos (uma aspirina natural);
Dissolução de muco dos pulmões;
Expectorante;
Descongestionante;
Indutor da termogênese (efeito de transformar parte das calorias dos alimentos em calor);
Antioxidante;
Anti-bacteriana.
Além de todos os benefícios mencionados acima, pesquisas científicas mostraram que o uso da pimenta vermelha durante às refeições, proporciona ação no Sistema Nervoso Simpático com respectivo aumento da liberação de catecolaminas (noradrenalina e adrenalina) com conseqüente diminuição do apetite e da ingestão de calorias, proteínas e gorduras nas refeições seguintes.
A pimenta vermelha é boa pra
Saúde e ainda ajuda a emagrecer
Na verdade quem fala que a pimenta ajuda no apetite não está
de todo errado... mas na refeição atual e por um motivo simples,
ela realça o sabor dos alimentos por provocar um aumento de sensibilidade
nas celulas da lingua responsaveis pelo paladar... mas isso dura pouquissimo
tempo... depois o que fica é a sensção de energia, assim
como quando você ingere semente de guaraná.
E tem mais Para 100 gramas de pimenta fresca, há 369 miligramas de vitamina C
Nutrição e Saúde
Aspectos Nutricionais
Pimentas contém mais vitamina A que qualquer outra planta e são
excelente fonte de vitamina C e B. Elas possuem também significativas
quantidades de magnésio, ferro e aminoácidos. As pimentas aumentam
a taxa metabólica do organismo e este efeito térmico faz com
que aproximadamente 6 gramas de pimenta queimem cerca de 45 calorias.
Saúde
A capsaicina presente nas pimentas vermelhas promove vários benefícios
à saúde como:
• Dissolução de coágulos sanguíneos (uma
aspirina natural);
• Dissolução de muco dos pulmões;
• Expectorante;
• Descongestionante;
• Indutor da termogênese (efeito de transformar parte das calorias
dos alimentos em calor mencionado acima);
• Antioxidante;
• Anti-bacteriana.
Além de todos os benefícios mencionados acima, pesquisas científicas
mostraram que o uso da pimenta vermelha durante às refeições,
proporciona ação no Sistema Nervoso Simpático com respectivo
aumento da liberação de catecolaminas (noradrenalina e adrenalina)
com conseqüente diminuição do apetite e da ingestão
de calorias, proteínas e gorduras nas refeições seguintes.
A Adrenalina e a noradrenalina também são responsáveis
pelo estado de alerta, daí a ingestão de pimenta estar também
associada à melhora de ânimo em pessoas deprimidas.
Recomenda-se que indivíduos com problemas no trato gastrintestinal
(gastrite, úlcera, hemorróidas e outros) evitem a ingestão,
uma vez que a capsaicina funciona como um agente agressor das mucosas.
________________________________________
A pimenta faz bem à saúde e seu consumo é essencial para
quem tem enxaqueca e dor de cabeça crônica. Essa afirmação
pode cair como uma surpresa para muitas pessoas que, até hoje, acham
que o condimento ardido deve ser evitado. A pimenta traz consigo alguns mitos,
como por exemplo o de que provoca gastrite, úlcera, pressão
alta e até hemorróidas. Nada disso é verdade. Por incrível
que pareça, as pesquisas científicas mostram justamente o oposto!
Muitos dos benefícios da pimenta estão sendo investigados neste
exato momento, pela comunidade científica e farmacêutica, originando
alguns dos projetos de pesquisa mais picantes deste início de terceiro
milênio. A substância química que dá à pimenta
o seu caráter ardido é exatamente aquela que possui as propriedades
benéficas à saúde. No caso da pimenta-do-reino, o nome
da substância é piperina. Na pimenta vermelha, é a capsaicina.
A pimenta-do-reino é uma frutinha do tamanho de uma mini-ervilha, que
no início é verde, depois fica vermelha e finalmente preta.
A árvore que lhe dá origem recebe o nome científico de
Piper nigrum. A colheita se dá enquanto as frutas estão vermelhas.
Em seguida elas amadurecem, secam e se transformam nos grãos de pimenta-do-reino
preta que existem à venda. A pimenta-do-reino branca é obtida
através da remoção da casca preta da fruta seca. Ambas
retêm a piperina, porém a pimenta branca, embora tão picante
quanto a preta, possui bem menos aroma. A pimenta vermelha (que existe em
vários tamanhos), assim como outras pimentas (ex: tabasco, habanero,
jalapeño), são frutos de árvores do gênero Capsicum,
que possui origem na palavra grega kaptos, que significa morder. Afinal, quando
colocamos uma dessas pimentas na boca, até parece que elas mordem,
de tão ardidas que são. As substâncias capsaicina e piperina
ardem, mas são estudadas justamente pelas propriedades antidor que
possuem!
Surpresa! Elas provocam a liberação de endorfinas - verdadeiras
morfinas internas, analgésicos naturais extremamente potentes que o
nosso cérebro fabrica! O mecanismo é simples: Assim que você
ingere um alimento apimentado, a capsaicina ou a piperina ativam receptores
sensíveis na língua e na boca. Esses receptores transmitem ao
cérebro uma mensagem primitiva e genérica, de que a sua boca
estaria pegando fogo. Tal informação, gera, imediatamente, uma
resposta do cérebro no sentido de salvá-lo desse fogo: você
começa a salivar, sua face transpira e seu nariz fica úmido,
tudo isso no intuito de refrescá-lo. Além disso, embora a pimenta
não tenha provocado nenhum dano físico real, seu cérebro,
enganado pela informação que sua boca estava pegando fogo, inicia,
de pronto, a fabricação de endorfinas, que permanecem um bom
tempo no seu organismo, provocando uma sensação de bem-estar,
uma euforia, um tipo de "barato", um estado alterado de consciência
muito agradável, causado pelo verdadeiro "banho" de morfina
interna do cérebro. E tudo isso sem nenhuma gota de álcool!
Quanto mais ardida a pimenta, mais endorfina é produzida! E quanto
mais endorfina, menos dor de cabeça e menos enxaqueca.
E tem mais: as substâncias picantes das pimentas (capsaicina e piperina)
melhoram a digestão, estimulando as secreções do estômago.
Possuem efeito carminativo (antiflatulência). Estimulam a circulação
de sangue no estômago, favorecendo a cicatrização de feridas
(úlceras), desde que, é claro, outras medidas alimentares e
de estilo de vida sejam aplicadas conjuntamente (oriente-se pelo livro A Dor
de Cabeça Morre Pela Boca).
Existem cada vez mais estudos demonstrando a potente ação antioxidante
(antienvelhecimento) da capsaicina e piperina. Pesquisas têm demonstrado
potentes propriedades antiinflamatórias das pimentas. Um artigo publicado
em março de 2003, na revista científica Cell Signalling (volume
15, número 6, páginas 299 a 306), conclui que as substâncias
ativas da pimenta são candidatas promissoras para o alívio de
doenças inflamatórias. É importante lembrar que a enxaqueca
compreende um estado inflamatório, na sua fase de dor de cabeça.
A renomada British Journal of Anaesthesia publicou, em junho de 2003, o trabalho,
realizado no Instituto de Medicina Interna e Terapêutica da Universidade
de Florença, mostrando o efeito benéfico de aplicações
intranasais repetitivas de capsaicina no tratamento de enxaqueca crônica
(volume 90, número 6, página 812).
A pimenta possui até propriedades anticâncer. Um editorial do
renomado Jornal do Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos,
publicado em 4 de setembro de 2002 (Volume 94, número 17, páginas
1263 a 1265), mostra que a capsaicina da pimenta vermelha é mais do
que um simples tempero: ela faz com que células tumorais cometam suicídio!
Por isso, a dica é: o que você está esperando para apimentar
a sua vida?
A pimenta-do-reino preta possui uma fragrância intensa, frutada, com
tonalidades amadeiradas e cítricas. O paladar é picante e quente,
com um retrogosto penetrante. Já a pimenta branca é um pouco
menos aromática, podendo apresentar tonalidades de musgo. O paladar
é tão picante quanto o da pimenta preta. Tirando o picante,
não sobra nenhuma outra característica de paladar. A pimenta
não é doce, nem salgada. Porém, quando utilizada em quantidades
moderadas e balanceadas, tende a realçar o sabor dos alimentos e de
outros temperos. Polvilhe um pouco no peixe ou na carne antes de grelhá-la
ou assá-la. Você pode até experimentar comer frutas temperadas
com pimenta-do-reino! Experimente combiná-la com outros temperos, como
manjericão, cardamomo, canela, cravo, coco, coentro, alho, gengibre,
noz-moscada, salsinha, alecrim, tomilho, açafrão... ela combina
com quase todos os tipos de comida. Mas lembre-se: utilize-a sempre de maneira
muito judiciosa, pois é bem picante! A pimenta malagueta, a pimenta
dedo-de-moça, assim como outras variedades de cores diferentes mas
de formato similar, podem variar muito no grau de ardência na boca.
Podem ser consumidas frescas ou secas e moídas. Constituem excelentes
fontes de vitaminas A e C, e também combinam com praticamente tudo.

